A qualidade do Aço Nacional

Considerado uma das principais matérias-primas utilizadas na construção civil, indústria automotiva e de bens de capital – envolvendo máquinas e equipamentos pesados, inclusive os agrícolas, o aço já é utilizado há mais de 200 anos por empresas europeias, entretanto, no Brasil, o material só ganhou força no fim do século XIX, quando o país passou a importar o material para utilizar em suas construção. A partir de 1949, o Brasil entrou no meio de produção, fundando a primeira siderúrgica nacional do país, que passou a fabricar o produto internamente, abastecendo, aos poucos, o mercado nacional.

Apesar de ter grande produção nacional, ainda existem empresas que preferem investir no produto importado e isso porque o aço nacional tem um custo maior do que o importado – aproximadamente 30% maior, preço esse que se justifica por meio da melhor qualidade do produto, que passa por constantes certificações e análises, atendendo a padrões de órgãos específicos, enquanto o aço importado não tem essa rigorosidade.

Por isso, investir no aço importado pode não ser uma boa forma de economizar, já que por um lado o valor do material é mais baixo, mas por outro sua vida útil e suscetibilidade a enferrujar são maiores – diminuindo sua vida útil.

No caso específico da utilização do aço importado na construção civil, coloca-se em risco a segurança de edificações e de seus futuros moradores, o que pode trazer sérios problemas para a incorporadora responsável pela obra.

Ainda que o produto nacional tenha preço mais elevado, o surgimento de outras companhias siderúrgicas no Brasil fez com que a concorrência aumentasse e o valor do produto se tornasse mais atrativo internamente. A saída para as empresas que utilizam o aço como sua matéria-prima é pesquisar a companhia que melhor atende suas necessidades e que forneça um produto de qualidade, evitando desperdícios e problemas no futuro.

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